junho 2008


Todo bom jogador de videogame da minha geração (e da anterior) enquanto jogava Super Mario Bros., já deve ter se deparado com o Chain Chomp, um ser que parece uma bola de prisioneiro com olhos, boca, dentes afiadíssimos e preso por uma corrente ao solo. Ele sempre tenta capturar Mario com sua metálica mordida.
Shigeru Myamoto, o criador do famoso encanador já declarou que esse personagem foi criado por causa de um cão muito bravo que tocava o terror no bairro japonês em que Myamoto morava.
Assim como Myamoto, eu também tenho um medo relacionado a games. Como um bom geek que sou, cresci jogando videogames. Desde pequeno, me assombrava a idéia de não conseguir desfazer as coisas que fazia. Nos games, quando você morre uma vida é descontada do contador e você volta ao início da fase.
Ainda imagino e tremo pensando se eu acordasse algum dia após dar uma imensa mancada e descobrisse que estaria novamente na metade do 2º ano do ensino médio. Ter que viver todo aquele tempo de novo, passar por todas as provas e provações, ainda tirando uma vida do contador de vidas, igual acontece com o Mario.
Quando criança, chegava até a brincar naqueles labirintos circulares pintados no chão que tinha nos parquinhos e quando chegava no final refazia todo o caminho, como se fosse um filme de trás pra frente. Até me lembro de dizer, às vezes verbalmente mesmo, o prefixo “des” para iniciar essa estranha mania.
Loucuras infantis à parte, esse objeto de medo para a versão mini de mim mesmo poderia ser de grande utilidade, caso se realizasse. Já pensou, investir na bolsa de valores e, se ao final de 5 anos você tiver perdido todo o dinheiro investido, poder fazer tudo voltar ao início e pronto: você teria outra chance igualzinha! Ou então um adolescente poder arriscar sua primeira investida com aquela gata e, se ela der o fora, puder voltar tudo, sem sofrer malhação de todo mundo nem nada, e ter outra chance com ela até conseguir conquista-la! Ou até que acabem os continues!
Eu já notei que, quando me vejo protegido pela possibilidade de tentativas, consigo melhorar meu desempenho, seja na vida profissional, acadêmica ou nos relacionamentos interpessoais. Se essa melhora não acontece, pelo menos a minha performance é melhor do que quando acabo desistindo de algo só porque tenho uma única chance para tentar fazer esse algo.
Será que eu penso assim porque jogo videogames? Ou será que jogo games porque identifico minhas loucuras ali naquele ambiente de milhões de chances? Acho que nunca saberei.

Arte do banner por: Lucas “Spider”

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Vocês já devem ter visto que o simbolo do firefox esses dias na coluna ali no cantinho, né? Pois é, hoje, 17 de junho é o dia de baixar o Firefox 3.0 e estabelecer o recorde mundial de downloads. É uma tentativa da Mozilla de aumentar o número de usuários do Firefox, acho que a primeira de muitas tentativas anuais. A campanha está disponível em www.spreadfirefox.com .
Vocês só precisam se cadastrar no site da campanha e baixar o programa.

Eu uso a raposa desde o 1.XX e ele é mesmo o melhor amigo do internauta e do blogger! Desde essa época já deixou de lado seus problemas com memória, aumentou sua base de extensões e foi precursor em quase tudo que os outros navegadores (principalmente o Internet Explorer) estão adotando só agora!

Para escrever este blog uso o ScribeFire, extensão que auxilia e muito os artesões da palavra.

Mesmo se hoje não é o Dia de Baixar Firefox (17/06/2008), ainda assim queria que vocês dessem uma chance para a querida Raposa de Fogo! Garanto que não se arrependerão!

Link oficial para baixar

Mirror tupiniquim (pra quem não está conseguindo baixar do link original)

Mae – We’re So Far Away

Remembering, everything
About my world and when you came
Wondering the change you’d bring
Means nothing else would be the same

Did you know what you were doing, did you know?
Did you know how you would move me?
Well, I don’t really think so
But the night came down and swept us away
And the stars they seemed
To paint the most elaborate scene to date

How could we know?
That song, this show
We’d learn so much about ourselves
From Toledo to Tokyo
The words were scribed on every page
And now there’s books up on our shelves

Did you know how you would move us, did you know?
When the light first came upon us
And we saw the everglow
And the moment’s magic swept us away

And a young man’s dream
Was almost seen so plain

When was the night that showed us the sign
Revealed in the sky to leave all behind?
But where to begin?
Throwing caution to the wind
We’ll reach for the stars
Everything was now ours

Did you know how you would move me, did you know?
Did you know how you would move me?
Well, I don’t even think so
But the moment’s magic swept us away

And it’s so close, but we’re so far away
It’s so close, but we’re so far away

Dedico este romântico clichê à minha linda fonte de amabilidade e sabedoria. À mulher que me faz e desfaz. À doce moça que me traz o brilho de uma Estrelinha.

PS: ouça no Last.Fm

Chateen – Benett

Acho que blogueiros também…

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O Toque no Altar será a atração especial de mais uma edição da
tradicional Festa do Tomate na cidade de Paty do Alferes, interior
fluminense na noite de 21 de maio.

E de acordo com o ministro de louvor, Rafael Bitencourt, o Toque no Altar será representado pela equipe completa.

Fonte: SuperGospel

Desculpe, mas não consegui evitar a piada: finalmente um grande desejo meu será realizado. Toque no altar e jogar tomates no mesmo evento!