Mae – We’re So Far Away

Remembering, everything
About my world and when you came
Wondering the change you’d bring
Means nothing else would be the same

Did you know what you were doing, did you know?
Did you know how you would move me?
Well, I don’t really think so
But the night came down and swept us away
And the stars they seemed
To paint the most elaborate scene to date

How could we know?
That song, this show
We’d learn so much about ourselves
From Toledo to Tokyo
The words were scribed on every page
And now there’s books up on our shelves

Did you know how you would move us, did you know?
When the light first came upon us
And we saw the everglow
And the moment’s magic swept us away

And a young man’s dream
Was almost seen so plain

When was the night that showed us the sign
Revealed in the sky to leave all behind?
But where to begin?
Throwing caution to the wind
We’ll reach for the stars
Everything was now ours

Did you know how you would move me, did you know?
Did you know how you would move me?
Well, I don’t even think so
But the moment’s magic swept us away

And it’s so close, but we’re so far away
It’s so close, but we’re so far away

Dedico este romântico clichê à minha linda fonte de amabilidade e sabedoria. À mulher que me faz e desfaz. À doce moça que me traz o brilho de uma Estrelinha.

PS: ouça no Last.Fm

“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres? Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-me, porque a minha palavra não está em vós.” (João 8:31-37)

A Bíblia deixa bem claro que a salvação humana não é conseguida pelo despertamento em si, mas pela graça. Como foi dito antes, a verdade deve ser amada primeiro para ser conhecida e que o papel dela é de libertar a alma humana e a prepara para o encontro com a verdade, para que estejamos livres de impedimento para absorve-la.
Vemos o exemplo destes judeus que queriam matar Jesus porque se incomodavam com a verdade. A palavra de Jesus, que é a verdade não estava neles, não era aceita por eles. Se tivessem aceitado a verdade teriam sido libertos do pecado, mas não fizeram isso.

A grande conseqüência do conhecimento da verdade é a prática desta mesma verdade. E a recompensa disso tudo é o conhecimento mais profundo ainda da verdade.
Tudo isso, é um indício da existência de Deus e de sua íntima relação com a verdade, contrariando a opinião de vários pensadores ateus.

“Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração. E serei achado de vós…”(Jeremias 29:13-14)

A recompensa de se buscar a Deus é a mesma de se buscar a verdade. A quem o busca Ele oferece mais de si.

A minha conclusão como buscador da verdade é de que, felizmente, a verdade só pode ser encontrada por quem sente um impulso inicial a buscá-la (consciência), paga o preço por isso (renúncia), e se mantém firme mesmo quando a verdade dói (paixão pela verdade). O sensação de encontrar a verdade é a mesma de estar nos braços de Deus. Porque Ele é a verdade.

Em busca da verdade, já foi definida o que ela é. Agora a pergunta é: “De que forma posso encontrar a verdade?

Mesmo as pessoas que viram Jesus frente a frente não creram que ali estava se cumprindo a maior promessa de Deus para a humanidade. Mas outros que tiveram a coragem de aceitar a verdade, se viram cobertos de verdades por todos os lados.
A forma proposta por Sire para encontrarmos a verdade, usando as palavras de Jonh H. Newman, é usando a consciência. Algo dentro de nós que não é nem a razão, nem lógica, nem intuição: a consciência.

Um colega gnóstico me disse certa vez que devemos nos esvaziar de pensamentos e preconceitos para ouvirmos nossa consciência. Eu não concordo porque duvido da minha própria capacidade de esperar essa máquina processadora de sensações e pensamentos que tenho na cabeça diminuir seu ritmo para só então eu ouvir a verdade. (Apesar de não serem incomuns os momentos que penduro o cérebro no porta-chaves para assistir TV). Lendo as palavras de Sire fica claro que essa tal consciência é exatamente o campo de ação do Espírito Santo no ser de uma pessoa.

Logo após usar a consciência, o próximo passo seria a renúncia. Desfazer-se dos pensamentos anti-verdade é pré-requisito para desfrutar da verdade. É a morte do velho homem e o nascimento de um novo homem através da renovação da mente.

Então, usando a consciência, que Sire diz ser a forma de comunicação do homem com Deus, seríamos “descascados” para podermos ficar sensíveis à verdade quando ela chegasse. Ficaríamos sensíveis ao “sopro do Espírito Santo” e nos sentiríamos bem mais confortáveis com a presença da verdade.

Existe uma questão que acredito ser feita inconscientemente a todo momento por todo o mundo: “O que é a verdade?”.

Apesar de às vezes ser usada como argumento furado para certas correntes filosóficas populares, esta pergunta, enquanto questionamento é a mais nobre pergunta que um ser humano pode fazer a si mesmo ou a Deus. Assim nos mostra James W. Sire no livro “Hábitos da Mente”. Ele defende a idéia de que a verdade absoluta existe e pode ser alcançada pelo ser humano.

Por exemplo, de que forma enquanto cristãos, chegamos à conclusão de que aquilo no que cremos é a verdade? Segundo Sire, isso se explica porque a verdade nos acha quando a buscamos de coração, não somos nós que a encontramos.

“… se alguém realmente quer conhecer a verdade sobre Deus, se alguém realmente ama a verdade, então mais do que um vislumbre da verdade virá”.

Mostra ainda como é interessante a conexão entre o amor e a verdade nas palavras de Jesus no evangelho de João.

“… sei, entretanto, que não tendes em vós o amor de Deus. Eu vim em nome de meu pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis.”(João 5:41-42)

Conclui-se assim que a corrupção humana torna extremamente difícil a aceitação da verdade, mesmo que alguém a encontre. Aquelas pessoas a quem Jesus se dirige contemplavam nEle o que elas e seus antepassados esperaram a vida toda, mas preferiam atender suas expectativas, que estavam presas àquele momento histórico de dominação romana. Mesmo buscando um rei magnífico que libertasse o peso que sentiam em suas almas, fixaram suas expectativas em um vaidoso império físico que em breve entraria em decadência.

Muitos viram Jesus morrer e não aceitaram a verdade. Alguns viram Jesus ressuscitado e não aceitaram. E outros ainda morreram sem aceitar.

Edit: leia também a parte Dois!