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Já publiquei aqui um texto sobre os artistas que são cristãos e não ficam divulgando isso pros quatro cantos. Volto um pouco nesse assunto e em outro já tratado aqui anteriormente: o pensamento de Agostinho.

Finalmente estou lendo o livro Confissões e tenho lido ali uma das pessoas com quem mais me identifiquei na vida. Não que eu esteja me comparando com o bispo de Hipona, eu sei que não sou o único a sentir isso, porém o fato de Agostinho pensar sempre de uma forma humilde e consciente sem deixar de ser apaixonado me faz identificar ali muitas das minhas angústias e dilemas.

No capítulo IV do Livro Terceiro Agostinho critica o pensamento de Hortênsio de Cícero, um pensador de sua época e mostra como a leitura de um diálogo do pensador colaborou para que ele mudasse o objeto de seus anseios, fazendo-o aproximar de Deus.
Ele ficou realmente apaixonado (o ardor) pela sabedoria de Hortênsio e aquelas palavras mexeram com Agostinho. Dizia que as palavras do pensador o levavam à verdadeira Sabedoria, não a esta religião ou àquela seita. Ele só levanta um porém, o qual transcrevo aqui:

Só uma coisa me arrefecia tão grande ardor: não ver ali o nome de Cristo. Porque este nome, Senhor, este nome de meu Salvador, teu Filho, por tua misericórdia eu o bebera piedosamente com o leite materno, e o considerava, no mais profundo de meu coração, em alto apreço; e assim, tudo quanto fosse escrito sem este nome, por mui verídico, elegante e erudito que fosse, não me arrebatava totalmente.

Lindamente mostra que o nome de Jesus, pelo qual nós somos salvos e purificados, é muito maior que bandas, músicas e suas letras.

Fotos por echobase_2000 e MaxGiuliani

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Acordei e era futuro. Confesso que me espantei um pouco, mas eu sabia que aquela viagem no tempo iria acontecer um dia. Há tempos eu queria sair do presente medíocre e ir para um futuro inovador. Acostumei-me ao futuro na mesma velocidade que meus olhos se acostumaram à claridade.

No futuro, minha cama ainda era a minha cama. No futuro eu ainda tinha que me levantar com as minhas próprias forças. Senti as mesmas cerâmicas as quais eu sempre pisara. Rumei a porta do quarto e saí no corredor. Segunda porta à direita, entrei no banheiro. Para lavar o rosto, usei a fantástica e inovadora pia de sempre e me olhei no impressionante mesmo espelho de todo dia.

Do lado de fora da casa, continuei a explorar aquele estranho futuro tão parecido com o presente ao qual eu estava acostumado. Lá fora eu esperava ruas sujas, marginais trocando tiros, fome, miséria, pedintes. Ou mesmo robôs por todos os lados e pessoas em roupas reluzentes e com computadores acoplados. O que vi foi o mesmo ônibus escolar levando as mesmas crianças para a escola, que continuava sendo na rua de trás. Vi também as mesmas pessoas que sempre passam em frente a minha casa a caminho de seus trabalhos.

Entrei novamente em casa. Eu comecei a pensar: como eu poderia estar no futuro, se ele era a cópia exata do presente? Eu tinha quase certeza de que tinha viajado no tempo, mas parecia mais um dia comum em que eu tinha acordado nele após ter ido dormir na noite anterior. Comecei a pensar em como seria o futuro pra mim. Não com carros flutuantes, ou hologramas publicitários em todos os lugares, mas eu queria apenas que algo mudasse. Eu queria viajar no tempo pra ver minhas gerações, os filhos dos filhos dos meus filhos, se eles ainda teriam meus olhos. Queria ver até onde a inteligência artificial poderia ir. Queria poder saber sobre a paz no futuro, ou se o homem continuaria insistindo na idéia da guerra. Eu poderia saber sobre os grandes pensadores do futuro, sobre o próximo Martin Luther King, sobre as descobertas de curas. Plantas e bichos mutantes. Ver o pôr-do-sol em 5555.

Então eu percebi que o tempo todo eu sabia que já havia passado por aquilo tudo. Será que eu havia quebrado todas as leis da física e consegui ir parar numa outra dimensão? Ou será que estava num futuro tão distante, que tudo acontecia novamente, como se fosse um ciclo? Então muitas perguntas começaram a rodear minha cabeça. Comecei a lembrar de teorias loucas, de filmes que havia visto, de livros que havia lido, mas nada disso respondia às perguntas que se formavam na velocidade da luz em minha cabeça.

Sentado no sofá, olhava fixamente a parede, como se esperasse uma resposta dela para tantas perguntas. Foi quando olhei na estante e vi uma caixa. Nunca havia visto aquela caixa antes. Será que ela era o motivo de tantas perguntas em minha cabeça? Levantei, me aproximei e pude ler “pressione aqui para viajar para o futuro” com um botão logo abaixo. Hesitei um pouco. Pensei se aquilo realmente seria a solução. Afinal, eu já havia me decepcionado com aquele futuro presente e tinha medo de me decepcionar com o futuro prometido pela caixa. Apesar de tanto temor, eu não tinha nada a perder. Eu tinha sede pelo futuro. Hesitei de novo. Pensei mais uma vez em como seria maravilhoso se aquele botão realmente funcionasse e me levasse para um mundo novo, bem mais avançado que esse presente medíocre. Apertei o botão.

Acordei e era futuro. Confesso que me espantei um pouco, mas eu sabia que aquela viagem no tempo iria acontecer um dia.

Foto por riviera2005

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Eu não entendo a nova onda etimológica que nos acomete.

Eu, lá pelos meus 12 ou 13 anos descobri a etimologia prática de algumas palavras, através das aulas de escola dominical de um presbítero pai de um grande amigo meu. “Compromisso “, por exemplo, se separa em “comprar-missão”, literalmente pagar pra ver.

Um dos termos que “etimologizei” durante minha adolescência foi a palavra “preconceito”. Mas é claro! “Pré” e “Conceito”, ou seja, conceito formado antes! Que descoberta! Pré-Conceito! Desde então me culpo pela tal onda etimológica. Tá certo que usar a versão etimologizada de certa forma já explica a origem do termo, mas estão abusando!

Milhares de blogueiros, estudantes e até jornalistas estão usando o termo “pré-conceito” em vez de “preconceito”. Pior ainda é a versão falada disso. Minha nossa! Salvem as palavras que já existem!

Já entendo porque o amigo meu já citado antes me ridicularizou quando usei sem pensar a versão etimologizada de preconceito dizendo: “Virou baiano, é?”

Atualização: vejo algo parecido acontecendo com a palavra “problema”. Até em programas de televisão vejo pessoas usando “pobrema” como gíria. Não tenho nem idéia do que quer dizer essa gíria, mas no cotidiano e na tv já aderiram!

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Sou um leitor “meio-assíduo” da Wikipedia e do Efetividade.net (assino o RSS) e ultimamente eles fizeram uma ótima promoção para ajudar a Wikipédia. Essa promoção é para blogueiros, para participar preciso divulgar a promoção e a querida e útilíssima Wikipédia. Eu uso muito a Wikipedia e me encontro em débito para com aquela organização que tanto faz pela informação na internet, preciso fazer isso para colaborar! Infelizmente, essa promoção só vai até dia 25 de julho, próxima sexta-feira. Mas quem correr ainda corre o risco de ganhar!

Além disso, participando você poderá ajudar uma outra organização à sua escolha, dentre as oferecidas pelo Efetividade.Net. Eu vou ajudar a Creative Commons, organização que mantém um pacote de licenças de conteúdos na internet. Também já usei a Creative Commons no meu Flickr e a sensação de ter o material protegido legalmente é ótima!

Mesmo se você não for blogueiro, pode colaborar com a wikipédia clicando aqui. E pode ajudar a Creative Commons aqui, doando ou comprando camisetas e materiais.

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

Só para constar, meu email de contato é “juliobastosjb arroba gmail ponto com” Seja leitor, seja quem for, pode me mandar um email que eu vou responder de bom grado.

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Todo bom jogador de videogame da minha geração (e da anterior) enquanto jogava Super Mario Bros., já deve ter se deparado com o Chain Chomp, um ser que parece uma bola de prisioneiro com olhos, boca, dentes afiadíssimos e preso por uma corrente ao solo. Ele sempre tenta capturar Mario com sua metálica mordida.
Shigeru Myamoto, o criador do famoso encanador já declarou que esse personagem foi criado por causa de um cão muito bravo que tocava o terror no bairro japonês em que Myamoto morava.
Assim como Myamoto, eu também tenho um medo relacionado a games. Como um bom geek que sou, cresci jogando videogames. Desde pequeno, me assombrava a idéia de não conseguir desfazer as coisas que fazia. Nos games, quando você morre uma vida é descontada do contador e você volta ao início da fase.
Ainda imagino e tremo pensando se eu acordasse algum dia após dar uma imensa mancada e descobrisse que estaria novamente na metade do 2º ano do ensino médio. Ter que viver todo aquele tempo de novo, passar por todas as provas e provações, ainda tirando uma vida do contador de vidas, igual acontece com o Mario.
Quando criança, chegava até a brincar naqueles labirintos circulares pintados no chão que tinha nos parquinhos e quando chegava no final refazia todo o caminho, como se fosse um filme de trás pra frente. Até me lembro de dizer, às vezes verbalmente mesmo, o prefixo “des” para iniciar essa estranha mania.
Loucuras infantis à parte, esse objeto de medo para a versão mini de mim mesmo poderia ser de grande utilidade, caso se realizasse. Já pensou, investir na bolsa de valores e, se ao final de 5 anos você tiver perdido todo o dinheiro investido, poder fazer tudo voltar ao início e pronto: você teria outra chance igualzinha! Ou então um adolescente poder arriscar sua primeira investida com aquela gata e, se ela der o fora, puder voltar tudo, sem sofrer malhação de todo mundo nem nada, e ter outra chance com ela até conseguir conquista-la! Ou até que acabem os continues!
Eu já notei que, quando me vejo protegido pela possibilidade de tentativas, consigo melhorar meu desempenho, seja na vida profissional, acadêmica ou nos relacionamentos interpessoais. Se essa melhora não acontece, pelo menos a minha performance é melhor do que quando acabo desistindo de algo só porque tenho uma única chance para tentar fazer esse algo.
Será que eu penso assim porque jogo videogames? Ou será que jogo games porque identifico minhas loucuras ali naquele ambiente de milhões de chances? Acho que nunca saberei.

Arte do banner por: Lucas “Spider”

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Vocês já devem ter visto que o simbolo do firefox esses dias na coluna ali no cantinho, né? Pois é, hoje, 17 de junho é o dia de baixar o Firefox 3.0 e estabelecer o recorde mundial de downloads. É uma tentativa da Mozilla de aumentar o número de usuários do Firefox, acho que a primeira de muitas tentativas anuais. A campanha está disponível em www.spreadfirefox.com .
Vocês só precisam se cadastrar no site da campanha e baixar o programa.

Eu uso a raposa desde o 1.XX e ele é mesmo o melhor amigo do internauta e do blogger! Desde essa época já deixou de lado seus problemas com memória, aumentou sua base de extensões e foi precursor em quase tudo que os outros navegadores (principalmente o Internet Explorer) estão adotando só agora!

Para escrever este blog uso o ScribeFire, extensão que auxilia e muito os artesões da palavra.

Mesmo se hoje não é o Dia de Baixar Firefox (17/06/2008), ainda assim queria que vocês dessem uma chance para a querida Raposa de Fogo! Garanto que não se arrependerão!

Link oficial para baixar

Mirror tupiniquim (pra quem não está conseguindo baixar do link original)